História
A Idade Média
O nome, «monte do gozo», recorda a alegria dos peregrinos ao verem daqui as torres da Catedral de Santiago de Compostela. Segundo a tradição, o primeiro a chegar de cada grupo era proclamado «rei», origem de apelidos como Rey ou Leroy. No cimo houve já na Idade Média uma capela dedicada a São Marcos.
Muitos peregrinos descalçavam-se aqui e faziam a pé e em silêncio o último troço.
Com o tempo a capela decaiu, mas o monte continuou a ser um lugar simbólico do Caminho Francês.
A visita de João Paulo II
Em 1989 celebrou-se aqui a Jornada Mundial da Juventude com João Paulo II, que tinha peregrinado a Santiago em 1982. Para receber centenas de milhares de jovens urbanizou-se o monte, e hoje um grande monumento recorda essas visitas.
Onde fica
A uns 370 metros e a menos de 5 km do centro de Santiago, o Monte do Gozo é o último alto do Caminho Francês; daqui é tudo a descer até à cidade.
Serviços
O Albergue Monte do Gozo, com várias centenas de camas, é dos maiores do Caminho, e há restaurante, cafetaria e zonas de descanso. O monte tem também um auditório ao ar livre.
Nesse espaço realizam-se grandes concertos, como o festival O Son do Camiño.
Rumo à catedral
Daqui desce-se pelo bairro de San Lázaro e pela rúa de San Pedro até à Porta do Camiño, já no centro histórico, e daí até à Praça do Obradoiro.
Em resumo
O Monte do Gozo é a varanda final do Caminho Francês: a primeira vista da catedral e o último esforço antes de chegar.
